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A deforma trabalhista e o pacote de maldades iniciados por Temer foram apenas o começo do desmonte da classe trabalhadora. Na última quarta-feira, o presidente eleito, Bolsonaro, defendeu mudanças nas leis trabalhistas para que elas se aproximem da “informalidade”. Ele já mostrou para quem governará.

 

O novo governo propõe a revisão do artigo 7º da Constituição — que trata de direitos como: 13º salário, férias, salário mínimo, entre outros – algumas das mais importantes conquistas dos trabalhadores brasileiros, resultado décadas de lutas. Em outra ocasião, o presidente eleito declarou que “ser patrão no Brasil é um tormento”.

 

Além dessas afirmações, eles já sinalizaram uma medida nefasta: o fim do Ministério Público do Trabalho, que tem papel fundamental na interlocução entre trabalhadores, empregados e o Estado, na coordenação de políticas e diretrizes para a geração de emprego e renda, responsável pela fiscalização do cumprimento das leis, que viabiliza o acesso a serviços e benefícios, entre outras funções essenciais.

 

O novo governo ainda não assumiu e já promete desestabilizar as conquistas trabalhistas. A intenção de Bolsonaro é ter um País com todos os trabalhadores informais, desunidos, enfraquecidos e perseguir, de várias maneiras, o movimento sindical. São tempos difíceis, que carecem de RESISTÊNCIA!

 

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